quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

- Você quer mesmo? Certeza?
- Quero, tô com medo, mas quero sim!
- Depois de feito, não dá mais pra voltar atrás.
- Ah, meu Deus! Vai logo, eu não quero desistir.
- Ok, então vamos lá.



E aí, ficou bom? Gente, eu amei, mas tenho necessidade de aprovação da sociedade. E então? Sofro.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Da Série: Retirante.

Das coisas que vêm me fazendo muita falta desde que me mudei para Parnaíba, têm algumas que me desconsertam. 
(Vamos lá exercitar minha mania de listas)

1. Aqui não tem C&A, Marisa, Riachuelo. Como viver? Eu não podia ter uma sobrazinha no cartão de crédito ou de dinheiro na carteira que lá estava eu na fila do provedor com pelo menos umas 10 peças pra provar. Eram NO MÍNIMO uma meia dúzia de peças das fast fashions por mês no guarda roupa. Sofro muito com essa distância tão abrupta. Até porque as preferidas eram a C&A e Riachuelo, e só a Marisa e a Renner têm lojas virtuais. Por falar nisso, esperando ainda meu pedido da Renner chegar.

2. Segundo o marido, aqui não tem UM SUSHI BAR que preste. Tem noção que moro aqui há um mês e até essa data eu não comi sushi? Abstinência, gente. Maldade isso aí.

3. Não conheço uma revendedora Avon e nem Natura. Outra coisinha que eu sinto muita falta. Muito triste isso de fazer UM MÊS que eu não folheio uma revista. 

4. Meu "direito" de ir e vir. Os amigos do twinto vão rir, mas ô saudade de dirigir (ou conduzir perigosamente um carro, como preferirem). Meu marido é ótimo, nunca botou banca de me levar em lugar nenhum, mas eu tinha autonomia pra ir em qualquer lugar com meu carro desde os 18 anos, e agora dependo dele até pra ir tirar a sobrancelha porque não conheço absolutamente nada aqui.CURIOSIDADE: Sabia que eu aprendi a ir pra casa um dia desses?

5. Meu filho. Auto-explicativo, né?

6. As Tyffanys. Sofro sem os almoços no intervalo do trabalho.


Mimimi.





terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Algumas palavras estão muito desgastadas. E eu culpo a Xuxa, pois ela trouxe o verbo amar pra banalidade. Quando eu tinha meus dozeanos e ela estava em alta, o auditório gritava “Xuxa, eu te amo!” A partir daí, todo mundo ama todo mundo, chama todo mundo de “amor”, “amada” e então aprendi que nada mais é apenas ruim, não se desgosta de alguma coisa hoje. A gente “odeia”. Você não diz “Eu não gosto de quiabo“. Diz-se “Odeio quiabo“. E quando cumprimentamos virtual e publicamente alguém que não vemos desde o jardim de infância e que se não vissemos nunca mais, nem mesmo lembraríamos que existia, dizemos: “Oi fulana, saudades!” Saudade é o caralho de asa. Quando a gente está relativamente perto de alguém, perto o bastante para um almoço no próximo mês e não realizamos esse encontro, isso não é saudade. A gente poderia dizer: “Oi fulana, se der, um dia a gente se esbarra por aí e coloca o assunto em dia (e se não rolar, não vai fazer muita diferença).” E quando dizem que a gente vai um dia sentir aquela “saudade gostosa”. Isso não existe. A gente pode ter uma lembrança agradável, engraçada, delicinha até, mas “saudade gostosa” não tem. Saudade doi. Não se resolve, é frustrante, desgastante, inútil, improdutiva e dolorosa. Dizem que só em português existe essa palavra, mas acho que o que usa em inglês por exemplo é muito mais indicado nas situações cotidianas: “Oi fulana, I miss you“. Eu sinto falta de você. Mas saudade em si, não tem graça.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Da Série: Micro Postagem.

Quero meu cabelo imenso, e quero ele curto. Quero comprar meu microondas. Quero que minhas compras na Loja Renner e meu tênis cheguem logo. (Agiliza, Correios!) Quero pintar meu quarto de branco. Quero mudar os móveis de lugar. Quero fazer cebola recheada. Quero mudar o template do blog. Quero me dedicar a algo. Quero (enfim) tirar minha carteira de motorista. Quero Carnaval. Quero almoçar salada todos os dias. Quero praia. Quero bronze. Quero. Quero. Quero.
Muitos quereres por aqui.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Instagram da Semana: O que teve? ♥

Teve Panqueca de Camarão ao Molho Branco delícia do Oásis Pizzaria e Restaurante no domingo.

Lembrei de tirar a foto depois que já tinha dado a primeira garfada.
Tá perdoado, né?



Teve a semana começando chatinha com uma dor de cabeça mais chata ainda, falta de apetite e muito trabalho.




Teve orgulhinho do cabelo natural. Lavou, secou, tá ótimo. 





Teve contagem regressiva pra amenizar a saudade que tanto me maltrata. 






Teve TPM, calor muito e paciência pouca.






Teve presentinho no whatsapp pra aliviar o coração.






Teve Amor. Muito Amor.






Teve promessa pro fim de uma vida sedentária.






E teve aquela hora que eu nunca vou me acostumar, a da despedida.