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domingo, 18 de maio de 2014

Eu tenho um amontoado de palavras presas na minha garganta nesse exato momento e tento aos prantos organizá-las para que eu consiga aliviar a dor que sinto. Nós acabamos de nos despedir mais uma vez, e mais uma vez você despedaçou meu coração em tantos pedaços que mesmo com a freqüência que isso acontece sempre penso que não serei capaz de junta-lo novamente. Paro e penso no quanto eu parto o seu pequeno coraçãozinho em cada despedida e me sinto ainda menor, ainda mais egoísta, ainda mais injusta.
A cada abraço de saudade vem a lembrança do abraço da despedida, e da sempre presente frase “Mãe, tu fica comigo?” É aí, nesse instante, que meu coração todo rachado se esfarela em pó. Não é fácil te dizer entre os soluços do meu choro que eu sempre estou com você. Não é fácil. Eu volto pro lugar que chamo de lar, e quem me recepciona é a solidão, porque acabei de me despedir da minha alegria de viver, do meu sorriso perfeito, do meu coração que bate dentro de outro alguém.
Theo, espero que um dia você compreenda meus motivos, espero que um dia eu consiga te olhar nos olhos e enxergar a compreensão que eu preciso e o perdão que eu imploro sempre que vejo você partir. Espero que você nunca duvide do meu amor por você e que um dia eu consiga, enfim, ter a paz do teu abraço e a minha remissão de todas as escolhas tão erradas que fiz. Você é meu tudo, meu mundo, meu eu. Amo você mais que minha própria vida.

Com Amor,
Mamãe.





terça-feira, 15 de abril de 2014


Algumas postagens precisam de trilha sonora, e essa é uma delas. Dá o play!







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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

01. Foto da saudosa terrinha quente, Teresina, anunciando o Frete Grátis da We Love Tees Camisetaria até o dia 08 de janeiro.
02. Aviso do último dia para compras sem acréscimo de frete para Teresina, and meu vicinho! Essas canetinhas da Stabilo. Sempre compra de unidade e acabava perdendo, até que achei o estojo com 10unds por apenas R$ 14,99 numa loja daqui. Tenho um apresso imenso. ♥ 
03. We Love Tees Camisetaria 
04. Matando o que tava me matando. Quando me mudei pra Parnaíba, adulava horrores meu marido pra ir me ver comer sushi comer sushi, mas já me desapeguei disso, e aprendi a ir só, sentar só, comer só, voltar só. Drama Mode On.


05. Avisinho do encerramento do sorteio. Adorei o resultado. Uma pessoa muito querida ganhou!
06. Amor da Vida. Contagem regressiva, e a ansiedade de sempre para vê-lo.
07. Encomendas devidamente separadas e despachadas para Teresina.
08. Saindo de Parnaíba às 05h da manhã de sábado.

09. Meu sorriso preferido no mundo. O Amor Maior do Meu Mundo. 
10. A volta, a saudade, a contagem regressiva para a próxima. "Pra ver se um dia descanso feliz..."

Bom semana pra gente! 

terça-feira, 23 de abril de 2013

#ProjetoDeniMenosDezQuilos

Antes de mais nada, olhemos todos para essa foto.
18 anos. 1,76cm de altura. 54kg. A vida era boa. Os finais de semana eram regados de excessos alcoolicos, eu não fazia conta nenhuma antes de comer um prato de lasanha com farofa e catchup. Bons tempos.
(*suspiros*)
(*lágrimas*)
(*desespero*)
20 anos. Mesma altura. 9kgs a mais por causa da gravidez, ou seja, 63kg. Eu comia de tudo, literalmente, por dois. Dificuldade zero pra perder o peso depois da gravidez.
(*mais desespero, dor, lágrimas.*)
 
As vespéras de completar 25 anos, peso atual:
 
 
Minhagente, me abraça, como foi que eu deixei isso acontecer? Porque meu amado metabolismo me abandonou, porque as mesmas coisas que eu comia antes agora me incham absurdamente? Que mundo crueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeel. Que mundo imuuuuuuuuuuuuuuuuuuundo. Que mundo creeeeeeeeeeetino. E agora, me mudei de mala, cuia, força e fé (que eu vou perder 10kg, né) pro mundo das contagens de calorias por refeição, pro mundo dos integrais, pro mundo daqueles que precisam suar muito pra ficar cocotinha num vestido tubinho. 
Ai gente.
Me abraça. 
Tô sofrendo. 
 
Oremos todos. 

 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Micro Postagem.



O Amor acontece pra gente todos os dias em que o despertador nos acorda ao som de “A letra A” e termina com você do lado direito da nossa cama, e do lado esquerdo do meu peito. E assim se estabeleceu a rotina dos nossos dias com o nosso “círculo vicioso e interminável que é a reciprocidade dos nossos sorrisos”.








segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Saudade é, sem dúvidas, a dor mais dolorida. Não há analgésico, chá, nada na farmácia ou na venda da esquina que possa curá-la. Às vezes um carinho, um abraço, um dedo que segure aquela lágrima que insiste em percorrer o rosto pode até vir a amenizar, mas não cura. Eu descobri que Saudade tem quatro letras, e um milhão de dores. A dor de não saber se ele já escova os dentinhos sozinho, a dor de não saber se o cereal preferido ainda é do Ben10, a dor de não estar lá quando ele cortou o cabelo pela última vez, se ele ainda dorme nos mesmo horários de antes, se ainda acorda naquele mal humorzinho herdado de mim e pede por nescau com leite e colinho. A dor imensa de não ouvir o som lindo do seu sorriso, e de não ter ele por perto pra sentir o melhor cheirinho de pescoço do mundo. De não estar lá pra acalmar o seu choro, de escutar “mamãe” junto com um abraço que faz um mundo inteiro parar. Saudade é uma dor fina, aguda e contínua do lado esquerdo do peito, é a tristeza de uma ausência que não passa nem mesmo quando a gente o vê pela webcam e ele está lá lindo, com aquele sorriso que tem um sol, com aqueles olhinhos tão meus. Saudade é não saber lidar com os dias que ficaram imensos e sem expectativa de chegar em casa, e receber a melhor recepção do mundo depois de um dia de trabalho, não saber o que fazer com o tempo vago, não saber frear as lágrimas e o soluço, não saber como aguentar a dor de um vazio silencioso que nada preenche. Saudade tem quatro letras, pouco menos de um metro e 365km de distância.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Feliz Dois Mil e Sempre.

DoisMileDoze foi um ano "eu", extremo. Saí de um emprego que seria o sonho de nove entre dez meninas. Perdi, por assim dizer, uma amizade valorosa pra mim, mas fortifiquei outra que hoje é o alicerce da minha sanidade. Adquiri cicatrizes interiores e exteriores. Tive inúmeros desamores e encontrei um grande Amor. Tive três empregos, simultaneamente, porque eu tinha planos, muitos planos. Mas doismiledoze me jogou na cara que eu preciso aprender a fazer planos a curto prazo, e realizar esses planos a curto prazo antes de planejar a longo prazo. A duras penas descobri isso. Mas eu já chego nesse ponto. Em doismiledoze eu casei uma grande amiga, aquela ali que citei no começo. E em doismiledoze eu fui pedida em casamento. Quando eu enfim achei que o terreno era plano, o meu sorriso e sonhos, e desejos, e todos meus quereres eram estáveis, veio doismiledoze e todo o sua extremidade de ser mudar tudo. Nos quarentaecinco do segundo tempo, com o jogo ganho, houve uma virada, e que virada. Eu tive que aprender a respirar de novo, e dessa vez, com mais paciência. Eu tive que aprender a não ter o meu filho, meu pedaço de céu, o meu amor maior do mundo todos os dias da minha vida porque agora nós estamos separados por trezentosesessentaecinco dolorosos quilômetros. Eu tive que deixar emprego, me distanciar de amigos queridos, reformular minhas rotinas, sonhar tudo de novo, e novamente, e outra vez. DoisMileDoze me levou ao amargo e ao doce e de volta ao amargo, e mais uma vez ao doce inúmeras vezes. Mas eu fui feliz, e espero que em Dois Mil e Sempre, e todos os dias, eu possa ser ainda mais.
Eu voltei, e espero que de forma mais assídua.